My Artinfo

O My Artinfo é uma comunidade que reúne artistas, expositores, admiradores, colecionares, etc. Ou seja, pessoas interessadas em arte. Na capa do site, é possível ver quais as últimas pessoas cadastradas, os artistas mais populares, os blogs mais recentes. Enfim, tudo para a intereção entre os usuários.

Apesar disso, o site ainda não deslanchou como uma comunidade. Até agora ele funciona como uma vitrine para quem expõe. Mesmo assim, não custa nada se cadastar e participar nem que seja como observador. Espero que com o tempo, as pessoas se deem conta das possibilidades de interação porpostas pelo site.

Bienal para todos

Encerra-se neste domingo a última chance de entrar em contato com a 6ª Bienal do Mercosul. A mostra uma Bienal para todos – histórias e contribuições, no Santander Cultural, é uma prestação de contas da Fundação Bienal sobre os resultados obtidos com a mostra nesta sexta edição.

 Sábados e domingos, das 11h às 19h. O Santander Cultural fica na Rua Sete de Setembro, 1028 – Porto Alegre.

Os Grãos de Vera Chaves Barcellos

A exposição no Santander Cultural, O Grão da Imagem, de Vera Chaves Barcelos já rendeu um livro: O Grão da Imagem, Uma Viagem Pela Poética de Vera Chaves Barcelos.

Segundo a fonte, não trata-se de um catálogo, mas sim de uma discussão em torno das obras de Vera Chaves Barcellos. (Ainda que o livro possua muitas imagens das obras da artista fotografadas por Clóvis Dariano).

Para facilitar a vida de quem se interessou pelo assunto:
à venda na Livraria do Santander, na Livraria Cultura, na Loja do Margs, na Loja Koralle e na Fundação Vera Chaves Barcellos por 50 reais.

Para matar a curiosidade:
Nada de fotos! O artigo de Moacir dos Anjos está disponível na íntegra.

6ª Bienal do Mercosul

Contagem regressiva para a Bienal. Faltam menos que dois meses para o evento, que inicia no primeiro dia de setembro. Estou ansiosa para ver como ficarão as instalações, as obras, os catálagos etc. Vou tentar comprar o catálogo do Macchi e da mostra coletiva Conversas.

Sobre a 6ª Bienal do Mercosul

Exposições monográficas de Francisco Matto, Jorge Macchi e Öyvind Fahlström. Além de três exposições coletivas chamadas Conversas, Três Fronteiras e Zona Franca.

Acontece de 1º de setembro a 18 de novembro, em Porto Alegre.

Goya

As séries de gravuras de Goya Os Caprichos, Desastres da Guerra, Tauromaquia e Provérbios ou Disparates estão em exposição no MARGS. Esta coleção pertence a financeira espanhola Caixanova e chega ao Brasil em parceria com o Instituto Cervantes. A exposição vai de encontro ao aniversário de 53 anos do Museu, no dia 27 de julho.

Todas as gravuras foram feitas com água-forte, água-tinta, ponta seca, estilete, brunidor, raspador. Além da aguada, pincel e pastel utilizados em Desastres da Guerra, Tauromaquia e Disparates.

Os Caprichos é uma série de 80 gravuras. Nelas, Goya trata das condições humanas, principalmente, por meio de mães, prostitutas, casamentos e adultérios.

Desastres da Guerra conta com 83 gravuras. Goya não se intimidou em desenhá-las e gravá-las em uma época em que fazer isso era crime. As imagens só foram impressas em 1863, 38 anos após a morte de do artista.

Tauromaquia foi inspirada pela touradas que dominaram a Espanha. Goya também mostra as caçadas a cavalo e a pé nessa série de gravuras.

Provérbios e Disparates foram gravadas entre 1816 e 1826. Sua primeira impressão só ocorreu em 1862, com 360 gravuras. Diz-se que Provérbios não é um bom nome para essa série pois nada tem a ver com o nome que Goya deu para as imagens. Elas chamavam-se Disparate Conocido, Disparate Pontual, Disparate de Toritos etc. Foram produzidas durante o duro governo de Fernando 7º. Ainda assim, Goya fez críticas ao poder monárquico e religioso.

Francisco de Goya (1746 – 1828) nasceu em Saragoça, na Espanha. Ele começou a pintar aos treze anos de idade, sob orientação de Don José Luzan y Martinez copiando obras de grandes mestres. Alcançou a fama como pintor de retratos da família real, em 1785, ao pintar a Duqueza d`Osuña e sendo nomeado nomeado Primeiro Pintor da Câmara do Rei. Ele contraiu um doença que o deixou surdo, o que interferiu em suas obras que não mais retratavam a realeza mas sim, aquilo que há de nem tão nobre assim nos humanos. Goya refugiu-se na França em 1824 e faleceu quatro anos depois.

MARGS –
Praça da Alfândega, s/ nº – Porto Alegre

Exposição de 15 de junho a 5 de agosto, de terças a domingos, das 10h às 19h.
A entrada é um alimento não perecível.

Fonte: http://www.artesdoispontos.com/viu.php?tb=viu&id=15

Escola de Ulm

Modelos de Ulm/Modelos pós Ulm é a exposição que comemora os 50 anos da fundação da Escola de Ulm, no Museu de Comunicação Hipólito José da Costa, onde fica até 28 de julho.

A exposição conta os principais fatos históricos que permearam a vida da escola, bem como grande parte da produção realizada pelos alunos. Entre eles, a louça empilhável, um dos mais populares produtos desenvolvidos, cujo desenho é largamente utilizado atualmente.

Além do design de produto, a Escola de Ulm fez estudos nas áreas do audiovisual e do design gráfico, que também pode ser vistos na mostra. A maioria dos vídeos possui legendas em inglês.

A Escola de Ulm, na Alemanha, foi fundada por Max Bill em 1953. Ela herdou os conhecimentos da Bauhaus e é considerada a pioneira no estudo do design industrial no século XX. A Escola articulou vários campos da ciência, como a matemática e a ergonomia, para formar profissionais capazes que planejar logicamente a produção dos produtos.

Entre os estudantes da Ulm de várias partes do mundo, estava o brasileiro Alexandre Wollner. Ele fundou a Escola Superior de Design, no Rio Janeiro.

Fashion Illustrator

FASHION ILLUSTRATOR – Manual Do Ilustrador De Moda é o meu mais novo objeto de desejo. É um livro escrito por Bethan Morris e publicado pela Cosac Naify. Editora que tem entre outras obras de design, Elementos do Estilo Tipográfico, de Robert Bringhurst.

Conforme a sinopse do disponível no site da Livraria Cultura:

“Ao explicar os fundamentos da ilustração de moda, ‘Fashion Illustrator’ é uma excelente fonte de pesquisa e ensino. O livro combina uma abordagem prática das técnicas de desenho com referências visuais que traçam a história da ilustração de moda e suas vertentes contemporâneas, representadas por trinta e cinco artistas e ilustradores atuais. Por meio de exercícios práticos e exemplos, são abordados o desenho da figura humana, a seleção de materiais artísticos, o uso de diferentes mídias, o uso das cores e, ainda, as várias técnicas de representação de tecidos. Aspirantes à carreira de ilustrador de moda encontrarão também um guia para a apresentação de portifólios e uma série de entrevistas com especialistas da indústria.”

De verdade, o livro é bem mais do que poucas linhas de uma sinopse é capaz de explicar. As ilustrações são sensacioais! Quando eu começar a ler, vou publicando algumas citações e comentários.


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